Quem nunca se deparou com um rádio repleto de estações e nenhuma emissora tocando o som que você gostaria de ouvir? Ou ainda, duas emissoras tocando o mesmo som simultaneamente? O FM brasileiro sempre teve que conviver com o chamado Jabá.
Jabá Termo criado pelo mercado midíaco que define o fato de pagar à rádio para tocar a música que lhe interessa financeiramente (i.e., você gravadora). Quando na verdade quem deveria pagar para tocar é a rádio, comprando direitos autorais. Imaginem o resultado deste imbróglio…
Milhares de remixes sem sentido para adaptar o Jabá ao cenário da rádio e enganar ouvintes
Playlist:
1. Kina – Girl From The Gutter (Thunderpuss Club Mix)
2. Offer Nissim Feat. Ivri Lider – The Chin Song 2006 (LM Strong Tribal Remix)
3. Tamia – Tell Me Who (Thunderpuss Club Rmx)
4. The Pussycat Dolls Feat. Busta Rhymes – Don’t Cha (Ronaldexx Remix)
5. Whitney Houston – It’s Not Right But It’s Okay (Thunderpuss Club Mix)
Um dos maiores fenômenos da cena dance européia dos últimos tempos vem até você através deste vídeo nada inovador, o mesmo de sempre. Porém, em compensação, o som é sensacional.
Trazendo alguns elementos do trance, fica difícil definir o gênero desta produção. Também existe uma certa levada para o lado electro; porém a sobreposição de teclados, o eco dos vocais e profundidade nos remete às várias produções trance que existem por aí no mercado. Todos os elementos necessários para bombar por aqui, Lasgo teve uma tática semelhante.
É um trabalho de personalidade própria e não é de graça que conquistou os top lists de vários países pela Europa e agora no Brasil também. <watchgirlfriendaround>
Veja neste link algumas fotos da vocal Elena Alexandra Apostoleanu, a própria Inna. </watchgirlfriendaround>
Neste que é o segundo post da série Crap of the Day, trago JonathanIII.
O vídeo choca. A nata da exploração infantil porto-riquenha embarcada veio parar neste vídeo. Tem que ter muita maldade no coração e dinheiro para jogar fora com uma coisa assim. O ápice do bizarro fica por conta das magrelinhas dançando ao som de Adriansito, el niño mas bonito.
Meus amigos navegantes, ouvintes do bom som. VOLTEI!
After vários anos sem posts neste lindo e promissor blog, num total descaso aos sedentos pela boa música, trago um vídeo de chocar. É a mais pura razão de ouvirmos o que há de melhor em som para os ouvidos, evitando qualquer tipo de crap, qualquer tipo de lixo! Observem o vídeo, com muita fé no coração.
Podcast #1 1. Sander Kleinenberg – This is London (Cedric Gervais Undersock Remix)
2. Bodyrox – Yeah Yeah (D Ramirez Remix)
3. Fonzerelli – Moonlight Party
4. Martinez – Shadowboxing (Trentemoeller Remix)
5. Marco V – Simulated (Marc Green Rmx 2006 Re-Edit)
Em um dos meus spontaneous brainstorming moment surge The Chosen Clip, onde eu seleciono o clipe de maior destaque de cada Podcast Set e trago diretamente para vocês!
Para variar “Moonlight Party” não tem nexo, mas pelo menos, temos uma cambada de doentes dançando para “O Produtor”, numa espécie de pré-seleção, na frente da Luz da Lua (Moonlight), uma Moonlight Party. Além da invariável quantidade de mulheres bonitas roubando a cena do clipe.
Eu particularmente duvido que elas sejam as vocais dessas músicas eletrônicas. As que cantam mesmo devem ser muito feias!
Neste vídeo sensacional que trago hoje, vocês acompanham o processo de produção de um som Electro House (vertente do som eletrônico) feito por D’azoo At Night, um dos nomes mais proeminentes do som eletrônico brasileiro que já começa a aparecer em eventos nacionais, aliás, bem tarde porque lá na Europa ele já anda detonando! Ele mesmo montou o vídeo explicando como fez o som, muitos produtores usam a mesma técnica. Mas não se trata de qualquer som, é “Tango in Tokyo”, uma das vibes de maior sucesso em 2008 para quem está por dentro da cena eletrônica.
Com grande versatilidade, o cara sempre faz som estuprante e segue uma linha de vibe que eu acho a melhor que existe: seus sons começam de boa e vão crescendo com o prosseguir dos minutos, as notas vão sempre “aumentando”, dando a impressão que as caixas vão explodir e sendo o segredo para deixar os baladers doidos! O que ele consegue fazer com seus samples de marca registrada é inusitado.
No Myspace do D’azoo At Night você pode conferir previews de suas produções e uma série de outras coisas, os downloads você acham facilmente! (eu não ensino essas coisas =] )
Também existe uma série de sets meus com os sons deste cara, seu nome é Rafael Schewinski e parece que é mais novo que eu! Confira mais detalhes no perfil Last.fm do produtor.
Vídeo feito por D’azoo, mostrando como ele produziu Tango In Tokyo (Radio Edit) no Fruit Loops 8.
Playlist:
1. Starkillers – Discoteka (Kobbe And Austin Leeds Remix)
2. Benny Benassi – Love Is Gonna Save Us
3. Klauss & Kain – Never Leave You
4. House Boulevard – Everybody’s Grooving
5. Sander Kleinenberg – This Is Not Miami
6. Alex Gaudino – Destination Calabria
Neste vídeo fantástico, vocês acompanham como o DJ (Arvy) faz um set Ao Vivo no seu programa
Live Mix, da rádio online Live Mix. No qual já tive o enorme prazer de participar por ter sido aprovado no programa DJ Mix (extinto).
Durante o vídeo podem notar como o Arvy (DJ) faz todo o trabalho para vocês ouvirem tudo lindo.
No meu caso, também me mato. Porém não disponho do console Hercules, que é aquela mesinha cheia de botões na frente do monitor dele, dando a verdadeira impressão de se estar manipulando pequenos CDJs (os que vocês vêm nas baladas, da Pioneer), o que facilitaria enormemente a minha vida! Talvez até seria lançado mais sets. Aqui quando realizo um set, utilizo-me de um complexo mapeamento do teclado para efetuar as mesmas operações que são efetuadas por cada botão individual do equipamento no vídeo. O maior problema disso, é que se perde a maleabilidade da coisa e a vantagem do “analógico”.
Existe um enorme preconceito por parte de alguns DJs renomados quanto ao estilo da mixagem “Virtual”. Não há como negar que o software “VDJ” traz certas vantagens e facilidades neste trabalho da mixagem (como pode-se observar no vídeo), comprovado pelo fato de DJs da cena Black utilizarem-se deste método, já que a música black é dificílima de se mixar, na minha opinião.
Porém, existe uma enorme tendência às mixagens neste formato pela convergência digital da música, principalmente a eletrônica (hoje, pode-se ter acesso a lançamentos de ontem via web). O VDJ (ou similares) traz o benefício do cara ter acesso a todo seu HD que estaria repleto de mp3, wma, ou até mesmo pode-se acessar CDs físicos pelo software, a reatividade é enorme! Pode-se lançar o som “que der na telha” durante a mixagem, seguindo a vibe na melhor forma possível! Além de benefícios como busca do som em tempo real através de suas tags id3, ao invés da briga com o case de CDs-R genéricos.
Há quem diga que DJ Virtual não é DJ, não manja…
Bom, tirem vocês suas próprias conclusões.